Notas de Juliano Sebastian

02 Aug, 2010

Lindberg firma compromisso com Macaé

Escrito por: Juliano Sebastian In: Democracia| Eventos| PT| Trabalho Faz História

A convite do Partido dos Trabalhadores de Macaé, o candidato ao senado Lindberg Farias visitou a cidade na última sexta-feira.Recebido pelo prefeito Riverton Mussi (PMDB), pela vice-prefeita Marilena Garcia (PT), e por diversas autoridades do município, ele percorreu as ruas do bairro Aeroporto e visitou a Exposição Agropecuária, onde pode ouvir e firmar compromisso com a população da cidade.

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Durante a visita o candidato a senador Lindberg Farias se mostrou preocupado com a questão dos royalties do Rio de Janeiro e com o impacto que a exploração causa ao município. Foi possível perceber também a angústia da população em relação à emenda Ibsen Pinheiro, que pretende redistribuir os recursos vindos da exploração petrolífera. “Na última votação desta emenda no Senado, o PT votou em massa a favor do Rio, enquanto outros partidos com grandes representantes aqui tiveram posição contrária aos interesses do Rio. Macaé teve suas riquezas naturais muito exploradas, a população cresceu rapidamente e os royalties são a compensação para o enfrentamento destes problemas. Muitas pessoas se mudam para o município para trabalhar e com o aumento da demanda é preciso investir na cidade. É necessário e justo que os royalties garantam recursos para isso”, disse.

Lindberg afirmou ainda para a população que vai lutar em defesa do Rio de Janeiro no Senado, e que está empenhado na articulação para vetar a emenda de Ibsen Pinheiro. Para o prefeito Riverton Mussi, ele fez questão de assumir o compromisso de lutar para não apenas garantir os royalties, mas, aumentar os investimentos federais no município. “O PT tem esta visão e o presidente Lula com certeza vai vetar este absurdo. Por isso devemos eleger Dilma e Sérgio Cabral e deputados da base aliada, que não são de partidos que fazem oposição ao governo federal, para dar continuidade a esta gestão que tem feito o Brasil avançar, reconhecendo o papel que o PMDB tem nesse processo”, comentou.

Outro ponto de destaque da visita de Lindberg à região foi o destaque dado à necessidade de continuidade, ampliação e melhoria das políticas sociais do governo federal, e que se tornaram referência mundial no combate a desigualdade social. Para Antonio Felipe Gonçalves, presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Macaé, é importante que os candidatos reconheçam as melhorias e saibam como ampliar essas ações. “Ao assumir esse compromisso, Lindberg mostra que está comprometido com as ações e políticas que melhoram as condições de vida da população por todo o país. Em Macaé, podemos perceber claramente a melhora de vida da população beneficiada pelas políticas sociais”, ressalta Antonio

De acordo com Guto Garcia, presidente do PT-Macaé, a vinda de Lindberg ao município mostra o comprometimento dele com a aliança nacional e com o fortalecimento do partido na região. “Lindberg foi o candidato ao Senado que mais cresceu nesse primeiro mês de campanha. Isso mostra o seu potencial. E as andanças dele pelo estado são uma demonstração de comprometimento com o povo do Rio de Janeiro e principalmente, com o fortalecimento do partido e da base de alianças do projeto nacional de apoio a Lula e Dilma”, destacou.

Biografia de Lindberg Farias

Nasceu no dia 8 de dezembro de 1969 em João Pessoa – PB

Presidente da União Nacional dos Estudantes

Deputado Federal por dois mandatos

Prefeito de Nova Iguaçu por dois mandatos

Continuando o seu trabalho de divulgação dos direitos e deveres das crianças e adolescentes, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Macaé – CMDDCA fez na última sexta-feira (23) uma doação de exemplares do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) atualizado, bem como de revistas da Turma da Mônica apresenta o ECA para o Núcleo de Atendimento à Criança e ao Adolescente vítima de Violência – NACA.

A versão doada foi editada pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Macaé (CMDDCA) e o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente para pais, professores, assistentes sociais e demais profissionais que lidam diretamente com a juventude. A nova versão, em edição de bolso, está atualizada de acordo com as mudanças aprovadas pelo Governo Federal, que passou a punir a pedofilia com mais rigor. “Contactamos a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que nos enviou a versão final do texto aprovado pelo presidente Lula. É uma das versões mais atualizadas no mercado”, explicou Antonio Felipe Gonçalves, presidente do CMDDCA.

Segundo o presidente do CMDDCA, a edição do ECA de Bolso, vai de acordo com proposta do órgão, de popularizar entre os jovens e os adultos os direitos e deveres das crianças e adolescentes. “Entendemos que, muitos não sabem ainda qual a abrangência do ECA, e chegam até a questionar a sua validade. Por isso, o Conselho entendeu que temos que mostrar aos profissionais da Educação direitos que os jovens adquiriram com e Estatuto, mas também, os seus deveres”, ressaltou.

A idéia de doar os livros, veio como forma de incentivar o trabalho que está sendo executado pelo NACA. “A criação do ECA foi um grande avanço no que diz respeito aos direitos das crianças e dos adolescentes e das diretrizes de orientação de políticas públicas para este segmento. Não existia legislação específica, a partir da promulgação da lei, as crianças e adolescentes deixaram de ser objeto de proteção e passaram a ser sujeito de direito”, destacou Antonio Felipe Gonçalves.

O NACA faz parte do Programa Prevenção e Combate aos Maus Tratos da Fundação da Infância e Adolescência do Governo Estadual do Rio de Janeiro que colocou Macaé como referência no enfretamento aos maus tratos após audiência pública realizada pelo CMDDCA em novembro do ano passado que discutiu a fundo os motivos pelos quais a cidade se encontrava na 5ª posição no IHA – Índice de Homicídios na Adolescência.

O programa funciona em diversos municípios do Estado e tem como finalidade atuar na prevenção e no atendimento especializado em casos de média e alta complexidade de forma interdisciplinar, intersetorial, humanizada e integral. “Aqui teremos o desafio de contribuir basicamente na detecção e comprovação das supostas violências notificadas através de atendimento especializado e interdisciplinar para avaliação técnicas precisas. Sempre com o intuito de diminuir ou acabar com a violência contra a criança e o adolescente”, explica Juliano Sebastian, coordenador do NACA- Macaé.

Já nos primeiros meses de funcionamento a expectativa é de atender cerca de 180 crianças e adolescentes de toda região. O Projeto funciona na Av. dos Jesuítas, 117 Imbetiba. Telefone: (22) 27590903.

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Esta é a tese elaborada e aprovada pelo setorial nacional de Direitos Humanos do PT realizado no último dia 1° de maio em São Paulo.

Nesta oportunidade fui eleito membro do coletivo nacional de Direitos Humanos do PT.

30/04/2010. S‹o Paulo-SP. Abertura do Encontro Extraordin‡rio dos Setoriais Nacional do PT na C‰mara Municipal de S‹o Paulo. Foto: Roberto Stuckert Filho.

“o primeiro pressuposto de toda a existência humana e, portanto, de toda a história, é que os homens e mulheres  devem estar em condições de viver para poder fazer história.  Para viver é preciso antes de tudo comer, beber, ter habitação,  vestir-se e algumas coisas mais”. Marx e Engels

1. Ao analisarmos os marcos do Partido dos Trabalhadores encontramos, desde nossa fundação, uma crítica ferrenha aos totalitarismos que distorceram o projeto popular por uma burocracia autoritária e discriminatória. As resoluções do 5º e 8º encontros nacionais já apontam para uma opção política de libertação dos/as trabalhadores/as de todas as formas de opressão que alinham ao princípio da indivisibilidade dos direitos civis, políticos, econômicos, culturais e ambientais.

2. O Partido, agora diante da possibilidade de eleger a primeira mulher na condição de Presidente da República, a companheira Dilma, expressa nossa história de luta contra preconceitos e de romper os velhos modelos políticos que rejeitavam a possibilidade um trabalhador governar um País como o Brasil.

3. O Setorial de Direitos Humanos no PT é um espaço para os ativistas de Direitos Humanos reafirmarem e aprofundarem o caráter transformador do partido na sua vinculação política aos compromissos e lutas dos movimentos sociais.

4. Vale reafirmar este compromisso, deliberando que todas as políticas formuladas pelo PT tenham por referência os tratados, pactos, convenções e protocolos internacionais de direitos humanos, bem como a correspondente normatização na legislação brasileira.

5. A efetivação de um modelo de desenvolvimento pautado pela sustentabilidade ambiental, com inclusão social e econômica, com educação pública, gratuita de qualidade, de forma responsável e equilibrado, participativo e não discriminatório é um compromisso do qual também não podemos abri mão. Enfatizar os Direitos Humanos no trato das estratégias de desenvolvimento no Brasil, deve ser marca das propostas e gestões governamentais petistas.

6. É uma orientação estratégica, a articulação e o fortalecimento das lutas sociais e a organização da agenda de direitos humanos junto aos segmentos, com espírito democrático e de colaboração, contando para isso com instâncias e estruturas administrativas correspondentes, em que se destaca o Setorial de Direitos Humanos.

A.              AVANÇOS NA POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS – GOVERNO LULA

7.  A Proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU-1948) torna claro que as instituições governamentais devem proteger os Direitos Humanos fundamentais, sem que haja hierarquia entre um direito e outro, pois nascem com o indivíduo e, por isso, não podem ser considerados como uma concessão do Estado.

8. Cada pessoa, portanto, deve ter a possibilidade de exigir que respeitem sua dignidade e garantam os meios de atendimento das suas necessidades básicas, em que se destaca o artigo 5 da Constituição Federal, que sintetizou o respeito à dignidade humana como alicerce do ordenamento jurídico do estado de direito e na perspectiva do respeito das liberdades fundamentais sobre as quais repousa toda democracia.

9. O PNDH-3, neste contexto, como fruto de intensos e qualificados debates democráticos, organiza uma atuação sustentada no campo dos Direitos Humanos e, portanto, representa o grande balizador para as ações do governo da Companheira Dilma e para a organização e decisão partidárias, pautadas pelo diálogo permanente com a sociedade civil, pela transparência em todas as esferas de governo e, ainda, pela primazia dos Direitos Humanos nas políticas internas e nas relações internacionais.

10. Ainda assim, é necessário implementar e aperfeiçoar as atividades, ações, projetos e programas específicos direcionados: ao combate ao racismo e à discriminação racial, bem como voltados à promoção da igualdade étnico-racial e ao enfrentamento do genocídio dos povos indígenas e do extermínio da juventude negra; à proteção da mulher e contra o machismo e o sexismo; à promoção e garantia de direitos de todas as pessoas em função de sua condição pessoal ou social; à proteção das pessoas com deficiência, vítimas da dependência química e com transtornos mentais, discriminadas/perseguidas e LGBT. 

B. PLANO DE AÇÃO

B.1. AGENDAS PARA O PROGRAMA DE GOVERNO 2011-2014 EM DIREITOS HUMANOS

11. Deve ser reafirmada a proteção e promoção da diversidade das expressões artístico e culturais como Direito Humano e aprofundada a melhoria das condições de vida e oportunidades, particularmente para a juventude pobre, negra, com deficiência e LGBT em todas as instâncias, bem como valorizados nossos/as idosos/as, estimulando sua inserção continua na vida do país e, ainda, promovendo e protegendo os direitos das pessoas com deficiência, garantindo a acessibilidade, particularmente no transporte público e nos prédios públicos.

12. A garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, assegurada a convivência democrática, particularmente nos espaços públicos como as escolas e instituições da Administração Pública é uma tarefa para os próximos períodos.

13. Assegurar o respeito à diversidade de manifestações religiosas e à manifestação de crença e culto, asssegurada a laicidade do Estado é um desafio central.

14. É necessária a construção e o fortalecimento de uma ação coordenada para estimular a educação em Direitos Humanos – tendo como diretriz o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos – na perspectiva de fortalecer a cultura da paz, consolidar a convivência democrática, o espírito de cooperação, solidariedade e respeito à dignidade humana,  dissuadindo, sobretudo, o preconceito em todos os espaços sociais.

15. Estimular uma maior proteção legal e administrativa dos grupos historicamente discriminados e promover a punição das diversas formas de discriminação, assegurando o cumprimento e fiscalização pelo poder público e o controle social são linhas de atuação, também, relevantes.

16. Neste sentido, o aprofundamento da transversalidade da política de Direitos Humanos nas políticas públicas setoriais, em diálogo com a sociedade civil, para promoção e garantia dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, de acordo com os princípios de indivisibilidade, interdependência e universalidade dos direitos humanos; a abertura dos arquivos e implementação da Comissão da Verdade, para esclarecimento público dos casos de torturas, assassinatos e desaparecimentos políticos no Brasil; o prosseguimento das políticas de apoio aos/às brasileiros/as no exterior e aos/às estrangeiros/as no Brasil; o fortalecimento da atuação internacional do Brasil na defesa dos Direitos Humanos, nas Nações Unidas, OEA, UNASUL e Mercosul, pautados nas diretrizes de programa de governo da companheira Dilma Rousseff à Presidência da República são pontos vitais num estado democrático de direito de nosso compromisso com a ampliação dos Direitos Humanos no Brasil.

17. Estimular o debate no PT, na sociedade e no governo visando à efetivação dos Planos Estaduais e Distrital de Direitos Humanos e a organização de um sistema nacional de proteção da pessoa ameaçada são tarefas essenciais. Deve ter como referência organizativa o III Programa Nacional de Direitos Humanos, editado pelo Governo do Presidente Lula e os Planos Temáticos entre os quais destacamos os Planos Nacionais de Educação em Direitos Humanos, de Promoção da Igualdade Racial, de Políticas para as Mulheres, de Combate ä Tortura, de Tráfico de Pessoas e de Promoção da Cidadania LGBT, bem como as políticas de saúde mental, de proteção à pessoas ameaçadas de morte, de promoção e proteção dos direitos de crianças e adolescentes, voltadas aos refugiados e migrantes, articulados e fortalecidos pela atuação dos Conselhos de Direitos, Conselhos Setoriais e Conferências, garantindo a descentralização, a municipalização e a responsabilização de todas as esferas, considerando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

18. Há de se ressaltar, ainda, a manutenção da participação cidadã, o controle social e o monitoramento, pela sociedade (de forma organizada e institucionalmente reconhecida), dos processos político-administrativos e das políticas públicas, incluindo o acompanhamento de indicadores em direitos humanos e garantindo o funcionamento das comissões e grupos responsáveis pela acompanhamento da política de direitos humanos, em suas diversas áreas.

C.2. A ATUAÇÃO PARTIDÁRIA EM DIREITOS HUMANOS

20. Isto posto, não basta ao PT dispor de um conjunto de militantes que carregam a bandeira dos Direitos Humanos de forma segmentada. A criação de um Setorial Nacional é importante para valorizar essa luta internamente. Agora é, ainda, mais necessário que o PT, por inteiro, assuma o ideário e a luta pelos Direitos Humanos. É preciso incorporá-los em nossas políticas públicas e em nossa militância. Deve haver, portanto, o enraizamento dos Direitos Humanos como campo transversal no desenho e na implementação de políticas públicas setoriais e nos processos de organização e decisão partidárias, concebidos de forma universal, indivisível e interdependente.

21. O setorial de Direitos Humanos tem a missão de dialogar com outros setoriais garantindo a transversalidade, trazendo para dentro do partido a discussão do PNDH 3 para que haja ligação da militância do partido com as bancadas, a direção e a base, bem como levá-lo para as candidaturas aliadas nas eleições 2010. O PNDH III contribuirá, portanto, decisivamente para a criação de políticas públicas no Brasil.

22. Para isso, é estratégico que todos os parlamentares do PT, em todos os níveis do Poder Legislativo, empenhem-se na criação de Comissões Permanentes de Direitos Humanos, assim como na adequação da legislação interna brasileira aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil. Na mesma perspectiva, as administrações Públicas governadas pelo PT devem constituir espaços específicos para tratar do tema assegurando a efetivação dos direitos, de maneira transversal, em todas as políticas públicas implementadas.

23. É absolutamente necessária a constituição de fóruns permanentes, nas instâncias partidárias, para tratar das questões relativas aos direitos humanos, tais como coletivo, núcleo, setorial e secretaria.

24. Em suma, a promoção, por meio de ações políticas em todas as esferas do Governo e do PT, da igualdade na diversidade é condição para a construção de um Partido e um governo melhor e mais justo, promovendo e protegendo os direitos e a agenda historicamente construída por segmentos da sociedade – negros/as, mulheres, LGBT, pessoas com deficiência, de forma a articular e potencializar as lutas, sem adversaridade e respeitando as especificidades.

25. A orientação para a estruturação e a organização partidária, bem como para o delineamento de políticas públicas deve conferir centralidade à agenda de Direitos Humanos como elemento organizativo e estruturante da agenda política. A atuação partidária, bem como as políticas públicas devem ser pautadas pela valorização da pessoa como sujeito central do processo de desenvolvimento econômico e social, respeitada a sua dignidade, sem quaisquer distinções de raça, etnia, gênero, classe social, região, cultura, religião, orientação sexual, identidade de gênero, geração e deficiência. 

COORDENAÇÃO NACIONAL DO SETORIAL DE DIREITOS HUMANOS
PARTIDO DOS TRABALHADORES

23 Apr, 2010

Dia de São Jorge (23 de abril)

Escrito por: Juliano Sebastian In: Religiosidade

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Oração

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge Rogai por Nós.

O sincretismo no Brasil do Candomblé e Umbanda é com Ogum (Rio de Janeiro) e Oxossi. 

Reza Oxossi (Yoruba)

Ode tó wa sílé, sílé níre

Sí omon sí omon ilé ire

Ode tó wa a sílé níre

Reza Ogum (Yoruba) 

Oní ìjà oní ìjà

Oní ìjà oní ìjà

Àgò àgò meje e e

Méje ó jé rìn e jojo

A l’èrù. Oní ìjà

Oní Ìré, oní ìjà ó

Ó gogoro ará òun

Wá gbélé gbè aláàkòro

A yin sìn, a yin sìn imonlè


  • Mário: Com certeza Lindberg é comprometido com os problemas do Rio e do Brasil. Por isso ele vai fazer diferença no Senado e com sua jovialidade tem mais f
  • Juliana Viana: Isso demonstra como Macaé nem fica tão longe do Rio de Janeiro.... Sinto pelo ocorrido e nem vou externar o que penso desses marginais. Saudaç
  • Cristiane: parabéns! Espero que vocês continuem ativos nessa luta que ultrapassa os limites de gênero, raça, etnia e classe social.

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+ sobre mim

Sou profissional de Comunicação Social formado há seis anos, pós-graduado em História e Ciências Sociais. Atuo em marketing e comunicação integrada. Milito na área de comunicação, criança e adolescente, cultura. Atualmente moro em Macaé e estou dedicado ao projeto de mestrado em Comunicação.

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