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Causos políticos

Causos Políticos – Os três mosqueteiros da Constituição

Marco Maciel, Guilherme Palmeira e Jorge Bornhausen, senadores do PDS, começaram a reunir-se, em 1984, para organizar a Frente Liberal, uma dissidência do PDS destinada a apoiar a candidatura de Tancredo Neves a presidente da República, contra Paulo Maluf. Aureliano Chaves, vice-presidente de Figueiredo, logo assumiu a liderança do grupo. Um dia, marcaram uma reunião com Ulisses Guimarães para discutirem a formação da Ação Democrática, a aliança do PMDB com a Frente Liberal. Quando Ulisses chegou, viu que Aureliano tinha levado um gravador e posto sobre a mesa, ligado. O Juruna mineiro.

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Causos políticos – O Destino de Ulysses

A primeira vez em que Ulysses Guimarães deixou de ser presidente da República não foi em 1974, quando o MDB o lançou de anticandidato contra o general Geisel, com Barbosa Lima na vice. Quem contou foi ele, numa inesquecível conversa com meu colega da “Folha”,o saudoso jornalista–astrólogo Getulio Bittencourt, que reproduzi na integra em meu livro “Folclore Político – 1950 Historias da Política Brasileira – 5 Volumes em 1” – Geração Editorial – SP).

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Causos políticos – A voz irada da “gentalha”

RIO – O pai, africano, foi brigar na Indochina como soldado francês. Acabou a guerra, voltou, o filho nasceu em Paris e era motorista de táxi. Um cidadão francês negro. Tinha pavor de Nicolas Sarkozy, o candidato da direita à presidência da França, nas eleições de maio de 2007: - Sou um cidadão francês igual a ele. Sou filho de pai africano e mãe francesa. Ele é filho de pai húngaro e mãe grega judia. Mas, se ele pudesse, eu seria expulso da França como “imigrante”. Só porque sou negro. Ele é um racista. Tem horror de negro, de árabe, de muçulmano, de latino-americano. Se for presidente, primeiro vai querer proibir novos imigrantes de entrarem aqui. Depois, vai querer mandar embora os que já estão aqui.

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Bode Preto

RIO – Quando a Câmara Federal reabriu, em março de 1970, depois do AI-5, senadores e deputados foram ao Alvorada para uma visita de “cortesia” ao presidente Médici. Chagas Freitas, então deputado, do MDB oficial, foi apresentado pela primeira vez ao general, que lhe disse: -Preciso falar com o senhor. Chagas ficou como uma vela de óculos. Puxou pelo braço o deputado Rubem Medina (MDB da Guanabara) e um deputado da Arena de São Paulo, que tinham ouvido a conversa, e lhes perguntou, todo perturbado:

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